Descrição
Em nossa sociedade marcada pela velocidade e pela hiperconectividade, o tempo parece escapar às mãos humanas.
Ainda assim, ele permanece um terreno fértil para reflexão crítica e imaginativa. Ler este livro é perscrutar sombras e luzes do temporal, reconhecer sua complexidade e, ao mesmo tempo, confrontar nossa própria condição existencial: seres que vivem entre o que foi, o que é e o que poderá vir a ser.
Este livro investiga as arqueologias do tempo na Filosofia e na História, examinando como diferentes tradições de pensamento construíram e legitimaram sentidos da temporalidade. O tempo é tratado como categoria histórica e socialmente produzida. A obra evidencia as tensões entre temporalidades singulares e regimes temporais hegemônicos, revelando o caráter político das formas de organização do tempo. Na parte final, o livro articula o pensamento histórico e filosófico às transformações da sociedade tecnoinformacional, marcada pela aceleração e pela instrumentalização técnica do tempo, e analisa seus efeitos sobre o trabalho, a sociabilidade e a experiência histórica.






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